quarta-feira, 29 de março de 2017

Curadoria de recursos para aprender mandarim

Estou criando uma curadoria com recursos para aprender e ensinar mandarim. A proposta de atividade era criar uma curadoria com 10 recursos para ensinar e 10 para aprender a língua de nossa habilitação, mas decidi trocar o espanhol pelo mandarim nessa atividade.
Estou usando o Trello e vou alimentar a página aos poucos: https://trello.com/b/m49MmKs1/mandarim

quinta-feira, 23 de março de 2017

Recursos tecnológicos: Gifs

A mais nova atividade divertida da disciplina sobre recursos tecnológicos foi a criação de um gif sobre plágio. Acebei não criando um, criei dois:



A atividade foi complementar a sobre plágio.
Quem tiver maior interesse em recursos tecnológico, o site que usamos foi o giphy.

domingo, 19 de março de 2017

Aula ao vivo sobre língua japonesa

Amanhã haverá uma aula ao vivo sobre escrita do japonês. Ainda não conheço a responsável, mas quem tiver interesse, pode dar uma olhada no evento no Facebook.
Vou tentar assistir e depois comento.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Curso de espanhol no Cenex (UFMG)

Não percam a oportunidade de se matricular no curso de espanhol do Cenex, na Faculdade de Letras da UFMG!
Dou aula lá e estudo na escola desde meus 14 anos. Foi o curso de idiomas que mais me adaptei até hoje, e todas as professoras passaram por concursos internos, são alunas da Faculdade e recebem orientação de algum professor da graduação (o que não é tão comum em escolas de idiomas, haver uma orientação direcionada para cada língua). Isso torna o curso mais confiável, além de ser uma boa oportunidade para a comunidade externa ter um maior contato com a Universidade.



Cursos online

No último dia 05, comentei sobre dois 'cursos' online que iria fazer, um de japonês e o outro de mandarim, e fiquei de falar sobre eles, se achasse que valeram a pena. O de japonês foi mais motivacional, no estilo auto-ajuda para quem já estuda (ok, sabemos que quem estuda línguas assim precisa desse tipo de coisa vez ou outra), e propagandístico, então decidi comentar apenas sobre o de mandarim.

Sou/estou viciada em cadernos, mas apenas uma semana não preencheria um. Assim, peguei um bloquinho e dividi frente para o japonês e verso para o chinês. Tive uma surpresa quando no dia 4, antes da aula ao vivo, o verso já não tinha mais espaço e, no meu bloquinho, a China invadiu o Japão, que ocupou só uma página e algumas (3) linhas. Apesar de haver tido uma parte promocional, o último vídeo - o que é esperado e super justo, já que dinheiro não dá em árvore e todo mundo precisa dele, nos outros dias foram vídeos longos, sendo o mais curto de 38:09 e o mais longo de pouco mais de 61 minutos, e todos bem bacanas, alguns realmente muito bons, além de a liberação de uma pequena parte do curso online preparatório para o HSK1. O resultado foi que gostei tanto, mas tanto, que achei que seria uma boa maneira de revisar o básico e complementar minhas aulas particulares. Quando virem aí uma próxima semana da China, indico bastante.


Aqui tem um pouquinho sobre minha professora particular e sobre o Pula Muralha, responsáveis pelo evento de chinês.

segunda-feira, 13 de março de 2017

Plágio

Quando estamos na escola, até o Ensino Médio, somos acostumados a realizar trabalhos sem seguir alguns critérios que devem ser considerados no ensino superior - e na vida.

Se formos relembrar nossas atividades realizadas até os 17 anos, vamos perceber o quão permeadas de casos de plágio estão, e nem nós dávamos conta. Muitas vezes, a falta de instrução permanece mesmo após o aluno ingressar a universidade, e a orientação que recebe não é o suficiente para evitar alguns problemas futuros, como a perda de títulos ou mesmo prisão, como o caso relatado pela Conjur¹: Engenheiro é condenado à prisão por plagiar apostilas. Em outros, há a dúvida (ou mesmo a certeza) sobre a intenção do autor ao cometer o ato.

Alguns casos que ocorreram nos últimos anos foram o da aluna de mestrado da Educação Física da UFMG², que teve seu título cassado, o de Scarleth Ohara³, da Faculdade de Letras da mesma universidade e, pasmem, o ministro Alexandre de Moraes4, acusado de plágio, como podemos ver nas matérias Obra de Alexandre de Moraes tem trechos copiados de livro espanhol, da Folha de São Paulo, Indicado para o STF, Moraes é acusado de plágio, da Revista Época Negócios (Globo), e Moraes pode perder títulos acadêmicos por plágio, da Brasil 247.

O quanto o plágio é antiético acredito que não seja necessário discutir, mas como se precaver para não incorrer no erro, que não ocorre apenas quando alguém copia ao pé-da-letra o que já foi dito por outrem, mas também quando parafraseia sem dar o devido crédito ou quando dá os créditos ao final mas não cita a fonte no corpo do texto é algo que todos devemos almejar.


A seguir, listo alguns textos que podem ajudar no momento de produzir um trabalho:

1. Instruções sobre plágio disponíveis no site da engenharia de produção da UFRGS: 
http://www.producao.ufrgs.br/arquivos/arquivos/PLAGIO_EsclarecimentoSobre.pdf

2. O texto Plágio e direito do autor no universo acadêmico, disponível pela PUC Rio: 
http://www.puc-rio.br/sobrepuc/admin/vrac/plagio.html

3. A Cartilha sobre plágio acadêmico, da UFF: 
http://www.noticias.uff.br/noticias/2010/11/cartilha-sobre-plagio-academico.php


¹ Conjur, Engenheiro é condenado à prisão por plagiar apostilas. Acesso em 13 de Março de 2017. Disponível em <http://www.conjur.com.br/2011-mar-24/engenheiro-condenado-plagiar-apostilas-ex-empregadora>.
² UFMG, UFMG cassa título de mestre de ex-aluna da Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional após comprovar plágio em dissertação. Acesso em 13 de Março de 2017. Disponível em <https://www.ufmg.br/online/arquivos/045398.shtml>.
³ UFMG, UFMG comprova plágio e cassa título de doutora de ex-estudante da Faculdade de Letras. Acesso em 13 de Março de 2017. Disponível em <https://www.ufmg.br/online/arquivos/040650.shtml>.
4 Folha de São Paulo, Obra de Alexandre de Moraes tem trechos copiados de livro espanhol. Acesso em 13 de Março de 2017. Disponível em <http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/02/1857103-obra-de-alexandre-de-moraes-tem-trechos-copiados-de-livro-espanhol.shtml>.
  Revista Época Negócios, Indicado para o STF, Moraes é acusado de plágio. Acesso em 13 de Março de 2017. Disponível em <http://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2017/02/indicado-para-o-stf-moraes-e-acusado-de-plagio.html>.
  Brasil 247, Moraes pode perder títulos acadêmicos por plágio. Acesso em 13 de Março de 2017. Disponível em <http://www.brasil247.com/pt/247/midiatech/280369/Moraes-pode-perder-t%C3%ADtulos-acad%C3%AAmicos-por-pl%C3%A1gio.htm>.



*Atividade realizada para a disciplina Recursos tecnológicos aplicados ao ensino.

sábado, 11 de março de 2017

Lietuva - Uma Jornada pelo País da Chuva: Sobre o título

Lietuva - Uma Jornada pelo País da Chuva: Sobre o títuloEm lituano, a palavra lietus significa chuva e o verbo lyti é chover. Se observarmos essas duas palavras, podemos pensar no nome Lietuva (Lituânia). Existe em lituano, uma expressão que se a imaginarmos em português, nos parece um tanto curiosa. Essa expressão é lyja lietus, que poderia ser traduzida como "chove chuva" ou a "chuva chove", como na canção Chove Chuva de Jorge Ben Jor.


Mas deixando a música de lado, para nós falantes de português, seria estranho falar assim. Por um outro lado, os lituanos usam essa expressão para enfatizar essa ação da natureza. Para nós, seria estranho também pensar no movimento das nuvens no céu como peixes em um aquário, ou até mesmo no mar, mas em lituano, as nuvens literalmente nadam no céu, como podemos ver na expressão debesys plaukia, sendo a primeira palavra, o substantivo plural nuvens e a segunda, o verbo nadar na terceira pessoa do singular e/ou do plural que em lituano são nesses dois casos, idênticos. Alguns de vocês podem estar também achando estranho o fato de não aparecer o artigo definido plural no início da frase, mas isso ocorre pelo fato de que em lituano não existem artigos.


Voltando ao nosso título, Lietuva - Uma Jornada pelo País da Chuva, foi uma maneira carinhosa que achei ao brincar com o significado desse nome e apelidá-lo assim como País da Chuva, que é uma das teorias aceitas e debatidas entre os lituanos, sobre a origem dessa palavra. Mas isso não quer dizer que seja a verdade por trás do nome do país. Existem outras teorias, mas eu particularmente, gostei dessa e resolvi colocá-la como título para o blog. Imaginem a possibilidade de fazermos uma jornada por um país da chuva, onde as nuvens nadam, a neve neva, o vento venta, e ai por diante. Em lituano, pensar assim é possível e isso tem ajudado a abrir mais e mais a minha mente para aceitar o novo e descobrir a poesia desse idioma.

Texto de Wallace Armani, publicado no blog Lietuva em 6 de março de 2017.

Mulheres na Linguística

Quando estudamos Letras, escutamos os nomes de muitos linguistas importantes, que em alguns casos são mulheres. Por sorte, nessa área eu nunca senti discriminação contra a mulher, sendo que, inclusive, esses dias contei o número de professoras e de professores na minha faculdade e elas são a maioria, representando pouco mais de 60%. De toda forma, foi uma grande e boa surpresa descobrir a página Mulheres na Linguística no Facebook. Ainda não há tantas postagens, mas vale a pena seguir e descobrir pesquisadoras que ainda não conhecíamos.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Repúdio à Diretor(i)a da Faculdade de Letras da UFMG

*** Quem tiver estômago fraco para cenas de violência, é melhor não ler***

Quem estuda na UFMG já deve ter visto os gatinhos da Fafich (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas) e os do ICB (Instituto de Ciências Biológicas). A diferença entre os dois é que os da Fafich são brutalmente assassinados de tempos em tempos:


Dentre tantas surpresas boas na Letras, tive uma ruim quando ouvi de um professor que ele queria que todos os cachorros e gatos fossem mortos. Pelo visto, esse pouco caso e falta de respeito (no mínimo) com os animais na Letras não vem só desse professor: alguns lá dentro destroem, outros fazem vista grossa.

A nova surpresa ruim tive essa semana, e vem da falta de ação da Diretoria da Faculdade, como expõe a ong Bastadotar em sua página do Facebook, e o professor Luiz Carlos VillaltaPara entender melhor o caso, foi oferecida a recompensa de até 2500 reais para quem tivesse informações confiáveis sobre os assassinatos, segundo o jornal O Tempo, e o professor já havia denunciado o caso às autoridades (Ativistas oferecem dinheiro por informações sobre assassino de gatos). Já nesta matéria da ANDA, Agência de Notícias de Direitos Animais (UFMG: funcionário agressor de animais não é censurado pela Diretoria de Letras), publicada no dia 08 de março de 2017, lemos a notícia mais recente, já divulgada pelo Facebook da ong e do professor: foi visto um antigo funcionário da Letras destruindo os comedouros dos gatos. A Diretor(i)a da Faculdade disse simplesmente que ele era um excelente funcionário e que legalmente é proibida a permanência de animais em prédios públicos.

Ou seja, daí concluímos que os errados na história são os gatos, que não leram a lei com atenção, não é mesmo? Então está tudo justificado.

É a primeira vez que sinto tanta vergonha desse lugar, e espero que algo seja feito. Esse tal funcionário é responsável (ou um dos responsáveis) por destruir os comedouros, e, segundo as notícias, pode ser que esteja envolvido também nos assassinatos (apenas um achismo, não há provas). Lembram do caso de 2015, com gatos tendo seus órgãos internos envoltos no próprio pescoço? Li comentários de pessoas que acreditam que alguém que faz isso teria coragem de fazer algo semelhante com humanos... Será que a Diretor(i)a da Letras vai esperar algum aluno ser encontrado nessa mesma situação para tomar alguma atitude? Parece que sim, já que vida de gato não é importante o suficiente para algo ser feito.

Já não me sentia segura naquele lugar, agora me sinto menos.

-- Quem quiser ajudar, envie à Diretoria da Faculdade um e-mail pedindo que algo seja feito --


Observação: é bom ressaltar que o caso do professor que diz odiar animais é apenas para ilustrar que curso superior não tira a maldade de ninguém, e não é fácil ter que conviver com isso. Quanto ao funcionário, não sei quem é, pois isso não foi divulgado, e nem deve ser. Não sei qual a função exercida por ele na Faculdade. 

terça-feira, 7 de março de 2017

Apresentação

Pessoal, estou cursando uma disciplina que se chama Recursos tecnológicos aplicados ao ensino, e minha primeira tarefa é me apresentar utilizando alguma mídia. Então, vamos lá:




Habilitação no curso de Letras
Essa pergunta já foi, de alguma maneira, respondida em um dos meus primeiros posts, Ah, Letras é mais fácil, né... (Parte 1), mas não custa nada responder de novo: sou do bacharelado em espanhol, com ênfase em tradução, mas acabei me desviando um pouquinho dessa área.

Interesses profissionais
Tenho muito, MUITO interesse mesmo em idiomas. Idiomas em geral, mas, principalmente, as línguas latinas e asiáticas. Sou professora de espanhol, tradutora, e pretendo um dia ser professora de mandarim.
Um pouquinho mais sobre mim, aqui.

Meus gostos e hobbies
Essa parte era para estar dividida em dois tópicos diferentes, mas acho um bom casamento as duas coisas em um só item.

Antes de ir para a letras, eu estudava veterinária, também na UFMG. Saí do curso, mas continuo amando loucamente os animais


    
                                     ¡Oi! :)                                                    A coisa mais fofa 
                                                                                        que você vai ver aqui hoje!

Seria bacana trabalhar um dia com tradução na área, sendo de algo que eu tenho interesse.

Pouco antes de começar meu curso, fiz um tempinho de algumas danças: 


                                                              ¡Olé!

Isso foi um hobbie um dia, mas já não danço nada, pelo menos por agora. Atualmente, meus maiores hobbies são assistir vídeos de chinês, baixar aplicativos de chinês, ler curiosidades da língua espanhola, comer comida vegetariana chinesa (espero que comer seja considerado um hobbie), fazer pesquisas aleatórias, como ler sobre a Escala de Scoville, usada para medir a pungência de pimentas, e, nas últimas semanas, assistir filmes indianos. Enfim, só coisas super divertidas!

Ah, e não podia esquecer: sou vegetariana, então assistir vídeos de comidas vegetarianas está entre meus grandes interesses/hobbies.

Imaginar que estou em Bollywood dançando em Kung Fu Yoga com o Jackie Chan também tem ocupado muito o meu tempo, mas isso é outra história...

Livro Chinês para brasileiros

No post Canais: China e mandarim, comentei sobre o livro que vou usar para estudar agora que retornei às aulas de mandarim. Não foi fácil conseguir esse livro, passei todo o mês de fevereiro procurando aqui em Belo Horizonte, quando, finalmente, a vendedora de uma das lojas da livraria Leitura me disse que a SBS é a distribuidora daqui e não trabalhava mais com a editora.

Comprei pelo site no final do Carnaval, e o livro acabou de chegar (muito mais rápido que um de espanhol que comprei pela SBS online, demorou mais de um mês, chegou sem o CD e, depois, o CD que me enviaram separadamente estava estragado):


Como parte do conteúdo do livro eu já estudei, será uma revisão, acredito que logo vou terminá-lo e ir para o livro 2. Aí, faço um post falando sobre ele.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Páginas para estudar para o Enem III

Parte três de páginas para ajudar a estudar para o Enem.
Dessa vez, pesquisei algumas com matéria de química, que foi a segunda matéria que tive na minha segunda etapa (biologia e química), e no final vou postar mais alguma coisa relacionada a Letras.
Antes, pode valer a pena ler os posts antigos:

Química:

1) Resumão: segue a mesma lógica do que disse no segundo post.

2) Livros: lembro que na época eu gostava muito dos livros dos autores Tito e Canto. Na Estante Virtual tem alguns com preço bom, e procurar os livros volume único também é uma boa, sendo desses autores ou não.


4) Algumas dicas do Guia do Estudante.

5) Site Química do Enem: descobri agora esse site, parece bacana, com alguns matérias livres (grátis).

6) Estudar o básico da história da química e os conteúdos dentro dessa lógica: só perdi o trauma de química quando fiz aulas em um cursinho de química aqui em Belo Horizonte. Nele, a gente estudava, também, noções básicas de história da química, e ela passou a ser minha matéria favorita na época! Por sinal, acho que história SEMPRE ajuda, em tudo.
Tem alguns vídeos no Youtube que podem ajudar de alguma forma:
Animação: Do átomo grego ao átomo de Bohr - Evolução dos Conceitos da Física - "Esta animação é parte do material didático da disciplina Evolução dos Conceitos da Física do curso a distância de Licenciatura em Física da Universidade Federal de Santa Catarina" (Canal Andréa Ferrari).
- Vídeos do canal Mauricio Monteiro: O vídeo SLIDES - Evolução dos Modelos Atômicos (Parte 01) é bem bacana para quem tá estudando o começo dos conteúdos de química, e o canal tem muitos vídeos de outros conteúdos também.
- O vídeo QUIMICA AULA 01 História da Química e Conceitos de Matéria com Matheus Oliveira, do canal Colégio Integrado Polivalente.

7) Vídeo Revisão Mágica de química, do mesmo canal do de biologia do post anterior: esse eu não assisti ainda, mas, se for da mesma qualidade do de biologia, vai ser muito bom.



Espanhol: nessas provas, o principal costuma ser compreensão de textos, e conhecer os falsos cognatos pode ser muito útil. Nesta Lista de falsos amigos português-espanhol, español-portugués (http://ec.europa.eu/), temos vários exemplos.

Páginas para estudar para o Enem II

No post anterior, compartilhei algumas páginas que podem auxiliar aqueles que não têm condição de pagar um cursinho pré-vestibular, ou mesmo que não têm tempo, a estudar sozinhos espanhol, inglês e português. Agora, vamos ver algumas páginas de biologia e, no final, algo a mais da nossa área:

Biologia:

1) Biohits: quando estava me preparando para o vestibular da UFMG, quando ainda nem era o Enem, tive aula com o professor Gabriel. Além de ser muito bom professor, é criativo (professores de cursinho costumam ser, não é mesmo?). Ele criou um CD, que hoje já deve ser mais de um, com músicas envolvendo conteúdos da disciplina. Ajudam bastante na parte mais decoreba, para quem tem dificuldade com qualquer tipo de decoreba, como eu. As musiquinhas vão te perseguir pelo resto da vida, são como as frases para decorar fórmulas de física, lembro até hoje de um monte!
Quem tiver interesse, basta jogar "Biohits" no Google e vai aparecer um monte de coisa. Não tenho o contado dele, mas se alguém conseguir, tenho certeza que consegue comprar o CD.

2) Site Biologia Total: eu NUNCA comprei nenhum curso dele, nem acompanho o blog e os materiais grátis, mas já vi gente da área compartilhando coisas do professor do site, então pode valer a pena dar uma fuçada.

3) Site Mundo Vestibular: acabei de encontrar o site, mas a parte de biologia parece que está bem completinha (dentro do possível).

4) Algumas dicas do Guia do Estudante.

5) Livros: para quem for tentar algum processo seletivo que tenha segunda etapa de biologia, pode valer a pena economizar e tentar comprar um livro mais denso, como o Vida, de William K. Purves. Não sei se atualmente tem livros mais indicados, só sei que ele é bem carinho e pode ficar fora de mão para muitos, então comprar um volume único, desses usados no Ensino Médio, pode ajudar bastante. Na Estante Virtual tem alguns com preços ótimos.

6) Resumão: sabe aquela coleção Resumão de várias disciplinas? Eu colecionava os de biologia e tinha um bocado de química, e eram muito bons! É uma saída para quem não tem como realizar uma compra online (Estante Virtual) e muito menos tem mais de 100 para pagar um novo, mas tem 15 reais. Dá pra comprar um por mês, dois por mês, e não vai pesar muito.

7) Sites indicados pelo Canal do Ensino.

8) Curso de biologia para o Enem da Prime Cursos: já falei sobre os prós e contras desse site no post anterior. É de graça e não custa nada tentar.

9) Esse vídeo de uma hora e oito minutos: o vídeo "Biologia - Revisão Mágica - ENEM 2016" é simplesmente maravilhoso (apesar de alguns comentários inoportunos de quem estava assistindo o vídeo), e eu sei disso porque fiz questão de assistir até o final! Deu até saudade de estudar para o vestibular de novo, e ciclo biogeoquímico é lindo! Ou seja, se você está louco para virar um letrista, vai poder se divertir bastante com isso antes de passar de 4 a 5 anos lendo literatura como um louco e estudando linguística.
(Observação 1: o Aulete online não considera letrista para o graduado em Letras, mas a gente ignora ele e usa mesmo assim, ok?
Observação 2: o recadinho do final do vídeo é extremamente importante: não atrasem, não virem memes do Enem). 


Agora, finalmente, algo da nossa área (Letras):
Redação: Proposta de Redação - ENEM - Família Contemporânea, vídeo divulgado no mesmo canal do "Revisão Mágica" de biologia, o MundoEdu.

domingo, 5 de março de 2017

Dica: Blog sobre a Lituânia (introdução em inglês)

Apresentação em inglês do blog Lietuva, que eu já havia indicado aqui.
Acompanhem o blog.

Lietuva - Uma Jornada pelo País da Chuva: Introduction - English versionThis blog is an invitation to all of people who want to know about Lithuania and the Lithuanian language. I shall talk about several subjects, such as: language, people,  history, archeology, mythology, flora, fauna, music, poetry, literature, cinema, gastronomy, education, museums, art galleries, theatres, architecture, curiosities, lifestyle, among others. Not everyone knows about that country and its language. Next July, I am going to be there and I want to register this experience through the blog. I have been systematically studying Lithuanian since 5 October, 2015. This process has boarded me toward a journey through the living Indo-European language which is considered not just the oldest one and that that keeps the most archaic aspects, but as having it some elements which are found in dead languages, such as Sanskrit, Latin, and Classical Greek. And it could be closer than we can name as an "original" Indo-European language. Thereby, a new world has been introduced me and I would like to share it with you all. Be welcome and join me to this quest.

Idiomas online

Uma vez, meu primeiro professor de mandarim me disse que achava que antes de estudar mandarim, nós, brasileiros, deveríamos estudar japonês. Ele justificava isso dizendo que  nós devíamos acostumar com o que ele chamava de pensamento oriental, e que os japoneses, apesar de terem também o pensamento oriental, tinham uma língua um pouco menos "distante" da nossa (na visão pessoal dele), então seria menos difícil acostumar com o tipo de pensamento. Assim, pela lógica dele, que era taiwanês nativo em mandarim e taiwanês e falante de inglês, espanhol, português, com noções de japonês e acho que de alemão também, eu deveria aprender japonês e depois o mandarim ficaria "fácil". Claro que não fiz isso!

Agora, depois de alguns anos aprendendo, em doses homeopáticas, o mandarim, decidi conhecer um pouquinho do japonês. Encontrei uma página com algumas aulas, que ainda não sei exatamente como vão ser, que começam amanhã, na mesma data que começa um curso semelhante de mandarim. Os dois são grátis e se enquadram nessa onda de "Semana do [coloque aqui o nome de um idioma]". Apesar de ter dito no post sobre páginas para estudar para o Enem que tenho o pé atrás com professores (algumas vezes, não são nem professores) que prometem fluência e falam de uma determinada língua "de verdade", entendo que isso é uma apelação, uma tendência, de muitos e que, mesmo que eu veja com péssimos olhos, alguns podem ser bons apesar disso.

Bem, o fato é que a página de japonês do curso eu não acompanho há muito tempo, mas a de mandarim, apesar de há pouco ter visto uma propaganda nesse estilo clichê, eu gosto muito e já indiquei aqui na página. Nos próximos dias, se eu achar que realmente valeram a pena, vou falar sobre os cursos aqui.

sexta-feira, 3 de março de 2017

Páginas para estudar para o Enem

Dia primeiro de março falei sobre o Ano de vestibular, agora reuni alguns sites e páginas que podem ser úteis no estudo.
Vou começar com a minha área, espanhol e português, e o inglês vai junto no pacote, mas em outra oportunidade vou procurar materiais das outras disciplinas e postar aqui. Apesar de não ser a proposta do blog, pode ser útil e, quem sabe, não ajuda alguém a passar no vestibular de Letras:


Espanhol:

1) Curso de espanhol pela iPed: houve uma época que fiz vários cursos online para descobrir como funcionavam (aqui, em Áreas correlatas, estão alguns). Nessa época, fiz o curso de francês do iPed. Esses cursos eram grátis, mas agora são pagos. O preço é baixo e pode valer a pena para quem não tem condições de pagar um curso de idiomas iniciar os estudos. O de francês tinha alguns erros (em geral, esses cursos de sites brasileiros têm erros de digitação), então era bom ficar atento e procurar as informações em outros sites. Imagino que o espanhol seja parecido, mas pode ser que já tenham corrigido os errinhos, pelo tempo que tem que fiz o curso com eles.

2) Curso de espanhol da Prime Cursos: fiz muitos cursos nesse site também. É semelhante ao iPed, mas tem mais errinhos que ele. A vantagem é que ainda é grátis. De espanhol, eles têm o curso básico, o intermediário e o espanhol para o Enem.

3) Site da RAE: o site da Real Academia Española tem o dicionário online, com conjugação verbal, além de outros recursos para quem já lê na língua.

4) Hispanoteca: página mantida pelo linguista Justo Fernández López. Muito útil, mas voltada principalmente para quem já tem o espanhol avançado.

5) Dicionário Michaelis online.

* Todos os materiais poderão apresentar problemas, mas acho que com isso quem escolher a língua espanhola no Enem, ou em outro concurso, já pode começar a estudar sozinho. 
Existem muitos sites de professores e canais de Youtube, mas não acompanho nenhum de espanhol, então não vou me arriscar a indicar. Só acho importante ressaltar que é bom ficar com o pé atrás com aqueles que prometem fluência (em qualquer idioma) em poucas semanas, que fazem propaganda do tipo "Espanhol/inglês de verdade", alegando que ensinam sem gramática. Posso dizer sem medo de errar que tudo isso é puro marketing, feito por pessoas que provavelmente não têm nenhuma noção de linguística e reduzem gramática à gramática tradicional.


Inglês:


2) Curso de inglês da Prime Cursos: gramática básica, inglês básico, intermediário, inglês para Enem.

3) Dicionário Michaelis online.

4) Inglês na Ponta da Língua: o site tem vídeos e materiais escritos. Não conheço ele a fundo, mas já vi muita coisa boa, então pode valer a pena.


Português:

1) Guia do Estudante: essa matéria possui várias dicas para a prova de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias.

2) Novo Acordo Ortográfico: em 2015, fiz um vídeo sobre o Acordo para uma matéria de ferramentas digitais aplicadas ao ensino. Esse vídeo foi baseado em um material ótimo do Faraco mas, infelizmente, não está mais disponível (o endereço está no final do vídeo. Podem tentar abrir em casa, aqui não abriu). De toda forma, aqui no site do iLteC é possível ler o Acordo de 2009.


Bom, com isso já dá para começar a estudar e, com certeza, tem muito mais material útil na internet.
Para quem quiser mesmo aprender a língua espanhola (ou o inglês), e não apenas aprender para o Enem, vale lembrar que só esses cursos não são o suficiente, mesmo quando no título aparece a palavra "avançado", por exemplo. Mas podem ser um bom começo.

quinta-feira, 2 de março de 2017

Dica: Blog sobre o Japão

Quando saí da veterinária e não sabia se casava ou comprava uma bicicleta (nenhuma das duas coisas era uma opção, nem andar de bicicleta eu sei), recebi umas dicas de uma graduada em letras pela Usp, a Amanda, e decidi qual curso iria fazer. Hoje, ela está na segunda graduação, em Japonês, também pela Usp, e neste blog compartilha alguns dados sobre a língua e cultura. Lembrei das minhas dificuldades com o mandarim e de uma amiga que está estudando japonês por conta própria, e decidi que compartilhar não era mais que minha obrigação.

Destaque para este post ("#KANJILEARNING - WANIKANI"), porque eu gosto bastante de apps. 

quarta-feira, 1 de março de 2017

Ano de vestibular

Hoje, apareceu nas recordações do Facebook uma postagem feita pela Central de Estágio da FALE/UFMG sobre (contra, óbvio) trote. Isso me fez lembrar que um dos meus maiores medos no ano do vestibular era o trote. Também, me fez lembrar de quando eu tava no terceiro ano e como foram esses dois anos e pouquinho para passar no vestibular.

Sempre estudei em colégio particular, e isso deve mesmo ajudar muito, apesar de o ensino, em geral, não chegar nem perto de algo que poderia ser considerado decente. Quando estava na oitava série, tive o primeiro contato com química e física, com uma professora formada em biologia, e a explanação da matéria foi traumatizante o suficiente para que fosse criada uma barreira entre a química e eu. No primeiro ano (e mesmo antes), eu já sabia que queria veterinária, mas seria impossível passar em uma federal tendo dificuldade em uma das matérias da segunda etapa, então meus pais me matricularam em um cursinho aqui em BH que tinha apenas aulas de química, física e biologia. Já não lembro as datas direito, mas primeiro fiz aulas para acompanhar a matéria da escola e depois para me preparar para o vestibular.

Em 2007, já no terceiro ano, tentei meu primeiro vestibular, e não passei por poucos pontos. Estudei no Pré UFMG, e descobri que seria impossível passar no vestibular sem fazer um cursinho, simplesmente porque não estudei na escola as matérias de segunda etapa de química e biologia. Descobri, também, que MUITOS conteúdos de história eu nunca estudei, em nenhuma das escolas pelas quais passei. No ano seguinte, em 2008, fui aprovada em veterinária na PUC, no meio do ano, e em engenharia de energia no final do ano, em química licenciatura na UFOP e em veterinária na UFMG.

Eu jamais passaria em um vestibular concorrido se eu tivesse apenas boa vontade e não tivesse tido acesso a um curso preparatório. Também não passaria se tivesse acesso sem vontade de estudar.


Já o processo para o curso de letras foi outro, foi interno, já que fiz reopção. Outra diferença foi o medo do trote, que na letras não existiu.

Enfim, se eu não quisesse muito estudar e meus pais não tivessem condições de gastar o que gastaram, eu não teria passado no vestibular. Mas existem algumas opções para quem quer se preparar para o ENEM e não tem como pagar cursinhos caros:

1. O Projeto Incluir, que funciona na UFMG, NÃO é um pré vestibular, mas tem aulas de idiomas e alguns outros cursos que podem ajudar como um reforço. Fui professora de espanhol voluntária por um tempo e sei que o projeto ainda tem pontos para melhorar, mas, de qualquer forma, pode ser um apoio escolar para crianças e contribuir para quem está em ano de vestibular.

2. Alguns cursinhos comunitários. Na UFMG, temos o Equalizar. Não conheço o funcionamento de perto, mas tenho colegas na letras que indicam o curso. 

3. Alguns professores mantêm canais no Youtube com dicas sobre matérias diversas.

4. Alguns cursinhos que não são comunitários possuem preços mais acessíveis, como é o caso do próprio Pré UFMG (que agora se chama Pré Federal).

5. Existem materiais grátis na internet para estudar, muitos de sites mantidos por boas universidades. Não é difícil encontrar.


É claro que estudar sozinho ou com pouco apoio é muito mais difícil, mas vale a pena tentar. Universidade não pode ser só para quem estuda nas melhores escolas e cursos.