terça-feira, 16 de maio de 2017

Antivírus para pequenas empresas

Último trabalho da disciplina Recursos tecnológicos aplicados ao ensino. Quem sabe em alguns meses não passo a usar o Small Office Security...


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Mostra Cultural do Cenex

Está chegando a Mostra Cultural desse ano. Dessa vez, o espanhol irá apresentar sobre três países: Bolívia, Guinea Equatorial e Espanha.  


Desde a última edição as outras línguas do Cenex estão participando, e será a primeira vez que a libras vai participar.

quarta-feira, 3 de maio de 2017

Tecnobiografia

*Atividade realizada para a disciplina Recursos tecnológicos aplicados ao ensino, ofertada pela Faculdade de Letras da UFMG.



Primeiros contatos

Meu primeiro contato com tecnologias digitais foi ao final dos anos 90, quando tivemos o primeiro computador em casa. Eu devia ter em torno de oito anos, e foi aí que criei meu primeiro e-mail, que uso até hoje. Na época, usava o computador para jogar alguns jogos, como o Rei Leão e o do Daniel Azulay. O computador havia sido comprado para minha mãe trabalhar, mas ela aproveitou para criar um ICQ e poder praticar russo com nativos. Um de seus amigos queria aprender português, e a solução encontrada foi me colocar para dar aulas para ele: com 8/9 anos eu não falava russo, quanto mais inglês, e ele não falava português, mas conseguíamos nos entender bem e hoje não entendo como! Ela preparava as aulas em word e eu o 'ensinava' por microfone. Provavelmente a facilidade dele com idiomas e eu saber algumas palavrinhas em russo facilitou o processo (mas é claro que eu não me tornei professora por isso nem ele "ficou fluente em 3 meses" só por "ter aula com nativos").

Algum tempo depois, ganhei um cd para aprender inglês, provavelmente em 2001, que foi quando comecei a ter inglês na escola, e até estava animada com a língua. No ano seguinte, mudei de escola e o trauma com a língua inglesa começou, mas o lado positivo foi que comecei a ter espanhol, e ganhei um cd da língua, que guardo até hoje. Em 2002, aos 12 anos, tive meu primeiro celular, que servia apenas para ligar para meus pais, conversar com minha prima e ficar viciada no joguinho da cobrinha. Minha conta do ICQ foi criada provavelmente em 2002 também.

De 2000 a 2010

Nos anos 2000, após o ICQ, quando ele já estava mais popularizado, decidi criar um MSN, aproveitando a conta de e-mail que havia sido criada nos anos 90. Minha primeira rede social foi o finado Orkut, criado em 2014. Lá, em 2007, conheci a Sté, com quem tenho amizade até hoje. Nos conhecemos na comunidade Cazuza te encontro no céu.

















Print tirado hoje, dia 03/04/2017. Aproveitem para printar tudo que queiram, porque logo, logo os arquivos do Orkut vão sair do ar (até dia 15)!
Quem estava nessa comunidade em 2008/09 com certeza vai se lembrar do Crânio. Era um dos famosos fakes do Orkut, mas não daqueles do 'submundo' fake, que se casavam, tinham famílias-fake, empregos-fake, iam para festas-fake, universidade-fake, tinham inimigos-fake, enfim, toda uma vida paralela. Não, ele era só um covarde homofóbico que traficava animais e se escondia atrás de um perfil falso. O que não sei se a Sté sabe é que na época, depois de tantas brigas entre nós, adolescentes fãs do Cazuza, e ele, o cara decidiu me mostrar seu perfil real. Das vantagens dos dias de hoje: acho que ele não sairia tão impune com os comentários homofóbicos e preconceituosos que fazia, nem com as fotos de animais que vendia.

Em 2010, criei meu perfil no Facebook, para entrar em contato com um espanhol que tinha o mesmo sobrenome do meu bisavô, mas ele disse que não era meu parente. Em pouco tempo, larguei o Orkut.

De 2010 aos dias de hoje

De 2010 em diante, passei algumas madrugadas lendo listas telefônicas da Espanha para procurar pessoas na Galícia que tivessem o sobrenome da minha família. O mais perto que consegui chegar foi do moço do Orkut, que disse não ser meu parente. Posteriormente, em março de 2014, consegui com uma tia-avó os documentos do pai dela, e postei na minha página pessoal do Facebook e em grupos de língua espanhola, de descendentes de espanhóis, de galegos no Brasil, etc. Em um deles, encontrei um galego que havia morado no Brasil e que decidiu me ajudar. Por coincidência, um dos papeis que ele fez procurando pessoas que pudessem ser meus parentes foi pregado na lata de lixo que ficava em frente à casa das minhas primas. Foi também nessa época que minha mãe conseguiu encontrar um primo do lado libanês da família, que mora nos EUA, e possíveis parentes em Dubai, mas nada confirmado ainda.

Foi também nesses últimos anos que comecei a fazer cursos online. Desde alguns cursos mais "aleatórios", na época que larguei o curso de veterinária, até cursos mais focados e organizados, pelo Coursera, e o curso Gramática de referencia para la enseñanza de español en niveles superiores, em 2015, pela Universidade de Salamanca. Atualmente, estudo mandarim pelo Skype, e pretendo no próximo ano começar a dar aulas por Skype também - não deixa nada a desejar em relação a aulas presenciais, e é muito mais prático.

Pontos positivos e negativos

Apesar de a possibilidade de estudar online e mantermos contato com pessoas que moram longe, temos alguns pontos negativos referentes às tecnologias digitais, como os riscos aos quais estamos expostos e o vício (quem nunca ouviu esses casos de adolescentes e jovens adultos viciado que chegam até a morrer por esquecer de se alimentar?). Apesar disso, acredito que os positivos superam os negativos, até porque todos os riscos que existem na internet existem fora dela também.

O que eu usaria no ensino

Usaria tudo. Eu realmente acredito que as pessoas possam estudar sozinhas e que o ensino online funciona perfeitamente para os que têm um perfil mais autodidata. Para aqueles que se adaptam melhor em sala de aula, com mais contato humano, o ensino virtual pode servir como um reforço, e, dependendo de como é feito, não deixará o aluno desamparado.